Para Carlos Mesquita, a Escola Superior de Ciências Náuticas deve garantir a realização de todas as acções de capacitação e formação efectiva, no âmbito do desenvolvimento do capital humano na área da marinha, que deve ser feito à luz dos instrumentos normativos internacionais que regem a formação e certificação de oficiais marítimos. 

Neste sentido, “exortamos a instituição a buscar alternativas de formação específica, recorrendo a iniciativas sustentáveis e inovadoras a fim de dotar o País de profissionais competentes e disponíveis para responder aos desafios do sector. Urge encontrar as melhores alternativas para assegurar a solução da problemática da instrução prática dos cadetes”.
No que diz respeito ao processo de gestão, o ministro dos Transportes e Comunicações considerou que a instituição precisa de imprimir maior celeridade no programa de reestruturação nos níveis administrativo e pedagógico, voltando-se para uma perspectiva comercial.
Para tal, “a escola deve firmar parcerias, adoptando modelos que tragam ganhos mútuos e reduzam encargos à instituição”, orientou Carlos Mesquita, que manifestou a sua satisfação pelo trabalho que está a ser desenvolvido pela instituição, particularmente no que diz respeito ao resgate dos elementos basilares da disciplina do oficialato, bem como a formação a bordo e do paramilitarismo, aprumo e rigor.