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O Navio “GRETA”, com capacidade para o transporte de 270 contentores, cerca de 4 mil toneladas parte, hoje dia 13 de Julho, com destino final o Porto de Pemba, passando sucessivamente pelos portos da Beira e Nacala, transportando productos alimentares, equipamento de construção rodoviária e ferroviária, entre outras mercadorias.

Com a revitalização da cabotagem marítima em Moçambique, o Sector dos Transportes e Comunicações espera conseguir o transportar de mais carga a menor custo, o que significa que o consumidor final vai pagar menos, dinamização da comercialização agrícola, facilitando o escoamento da produção para alimentar os principais centros de consumo, revitalização das infra-estruturas portuárias da rede terciárias, dinamizando a economia dos distritos costeiros, geração de postos directos e indirectos de emprego, entre outros impactos positivos para economia nacional.

Para o arranque da cabotagem marítima, descontinuada há cerca de 30 anos, por razoes diversas, o Governo fez um profundo trabalho para a criação das necessárias condições como a reforma legal, introdução do serviço de cabotagem marítima na Janela Única Electrónica (JUE) para ter um maior controle fiscal e aduaneiro, redução de taxas de navegação e estadia de navios, cobradas pelo INAMAR e INAHINA, acordo com as concessionárias dos portos para a redução das taxas portuárias para embarcações de cabotagem.

Refira-se que o relançamento da cabotagem marítima é implementado pela Sociedade Moçambicana de Cabotagem (SMC, S.A), um consórcio constituído entre a empresa TRANSMARITIMA S.A. (capitais públicos) e a PEUCHAUD MOÇAMBIQUE, S.A (capitais franceses).

CARTA DE SERVIÇO